Júlia Zardo é a candidata anti‑Manu do Partido Novo à Câmara dos Deputados pelo Rio Grande do Sul

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 03/10/2026 21:00
Júlia Zardo é a candidata anti‑Manu do Partido Novo à Câmara dos Deputados pelo Rio Grande do Sul

Foto: via Partido Novo

Júlia Zardo, arquiteta, empresária e ex‑secretária adjunta de Meio Ambiente e Urbanismo de Porto Alegre, é a candidata do Partido Novo à Câmara dos Deputados pelo Rio Grande do Sul nas eleições de 2026, sendo apresentada como a principal voz anti‑Manu.

Ela define o termo anti‑Manu como oposição a governos autoritários, apoio a penas mais duras para criminosos, sobretudo para quem comete violência contra a mulher, e defesa da redução da maioridade penal – posições que contrastam com as de Manuela D’Ávila, que em 2025, pelo PSOL, votou contra o aumento de pena para estupradores e agressores domésticos.

Além desses três pontos, Zardo defende menor interferência estatal na vida dos cidadãos, maior liberdade individual, estímulo à iniciativa privada, ao empreendedorismo e à autonomia feminina.

Os temas abordados na entrevista exclusiva concedida ao Partido Novo incluem: trabalho na prefeitura; plano diretor e enchentes; sanar os problemas do gaúcho; menos impostos e menos burocracia; candidatura anti‑Manuela D’Ávila; autonomia feminina; e planejamento urbano com liberdade.

Em sua primeira resposta, Zardo relata que, como arquiteta, já conhecia a burocracia do ponto de vista de quem precisa aprovar e construir; como empresária, sentiu o peso de impostos, regras e insegurança jurídica; e, ao atuar como vereadora suplente e secretária adjunta, percebeu que os obstáculos são muitas vezes criados internamente. Ela afirma que o deputado federal não elabora o Plano Diretor, mas decide sobre tributação, segurança jurídica, infraestrutura, financiamento e normas que afetam diretamente os municípios, e que pretende levar a experiência prática de Porto Alegre para Brasília.

Na segunda resposta, a candidata explica que as enchentes de 2024 deixaram a lição de que não se pode planejar a cidade com parâmetros climáticos antigos. Por isso, o novo Plano Diretor incorpora adaptação climática, estabelece regras para ocupação de áreas de risco de inundação e impõe exigências técnicas que minimizam o impacto da urbanização na drenagem. Ela ressalta que o plano não substitui a manutenção de bombas, diques, comportas e redes de drenagem, mas complementa essas ações. O Plano Diretor e a Lei de Uso e Ocupação do Solo foram sancionados em julho, após receber mais de 6 mil contribuições da sociedade, e entram em vigor em 2027.

Para reforçar a candidatura, o Partido Novo divulgou 30 motivos para votar em candidatos do Partido Novo, destacando a trajetória de Zardo e seu compromisso com a redução de impostos, desburocratização e liberdade econômica.

Com informacoes de Partido Novo.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

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