Fluminense estreia no Brasileirão com Superscore após MP que proíbe casas de apostas
O Fluminense, sob o comando do técnico Marcão, entrou em campo contra o Coritiba no retorno do Campeonato Brasileiro vestindo a marca Superscore, um aplicativo gratuito que oferece dados e estatísticas de futebol em tempo real e não permite apostas.
A mudança de patrocínio foi adotada como solução para manter o investimento de patrocinadores após a medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 25 de setembro, que suspendeu as atividades das casas de apostas no país.
O São Paulo, também patrocinado pela Superbet, seguiu a mesma estratégia, substituindo a marca de apostas por um parceiro que não ofereça esse serviço.
Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Jogos e Loterias (IBJR) e a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) ingressaram com ação no Supremo Tribunal Federal pedindo a suspensão dos efeitos da medida provisória e a manutenção das empresas já autorizadas.
As entidades argumentam que a medida compromete a segurança jurídica e pode empurrar apostadores para o mercado clandestino.
Clubes brasileiros, entre eles o Fluminense, apresentaram pedidos para participar do processo nos últimos dias.
A Advocacia‑Geral da União solicitou ao STF a manutenção da proibição e sugeriu a realização de nova audiência pública antes que o relator, ministro Luiz Fux, analise os pedidos de revogação da medida.
De acordo com Diogo Dantas, do GLOBO, os clubes receberam ontem a indicação de que o ministro Fux não deverá analisar os pedidos do setor antes do segundo turno da eleição presidencial.
Segundo essa avaliação, a movimentação em Brasília perdeu força por não ter produzido o efeito esperado pelo governo, e o tema deve voltar à pauta em janeiro, dependendo do resultado das urnas.
No elenco do Flu, quatro alterações foram anunciadas em relação ao time que venceu o Corinthians antes da pausa para a Data‑Fifa: Renê, com incômodo no tornozelo, cede lugar a Arana; no meio‑campo, Nonato, suspenso, e Acosta, por opção técnica, são substituídos por Hércules e Ganso; no ataque, Canobbio, também suspenso, abre espaço para Serna.
Na partida, o Rubro‑negro abriu o placar com gols de Danilo e Paquetá, mas Neymar converteu dois pênaltis na reta final.
Em outra esfera, a promotoria do Flamengo requereu de quatro a doze anos de prisão para a equipe médica que atendeu Diego Maradona antes de sua morte, enquanto o julgamento, já em seu sétimo mês, chega à fase de alegações finais.
Servidores do Tribunal Superior Eleitoral foram alvos de ataques nas redes sociais, levando a Polícia Federal a ser acionada; a Corte identificou cerca de 30 mil publicações contendo desinformação, exposição de dados pessoais e ameaças a servidores e familiares.
Nas eleições de 2026, a direita resgatou supostas postagens antigas de um petista mais votado em Minas Gerais, rotulando‑as como fake news e acionando o TSE; o episódio ocorreu após Ana Elisa Santos Silva integrar a campanha de reeleição do presidente Lula.
O ex‑prefeito de Rio, Paes, lamentou a decisão judicial, mas reconheceu a derrota na disputa pelo governo do estado, afirmando que a vontade soberana dos eleitores foi contrariada após ministro Zanin negar recurso.
Em São Paulo, estudantes de Mackenzie, USP e PUC organizaram passeata sob forte policiamento, sem confrontos diretos, em meio a tensões entre estudantes petistas e bolsonaristas.
O lateral do Palmeiras, Jefté, foi suspenso após teste antidoping positivo para furosemida, diurético proibido; o jogador alegou uso involuntário e aguarda decisão da Justiça Desportiva.
Sambistas organizaram ato na Lapa em apoio a Lula, reunindo nomes de agremiações carnavalescas, blocos de rua e lideranças das principais rodas de samba do Rio de Janeiro.
O Repinique CAF reafirmou apoio a Gianni Infantino para reeleição na FIFA, lembrando que a Confederação Africana de Futebol já havia manifestado apoio unânime ao presidente da federação em agosto.
Com informacoes de O GLOBO.

