Datafolha indica Flávio Bolsonaro como segunda opção para 23% dos eleitores, Lula com 15%
O levantamento do Datafolha ouviu 2.506 eleitores com idade a partir de 16 anos entre os dias 28 e 30 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%; o número de registro no TSE é BR-08039/2026.
Os resultados mostram que Flávio Bolsonaro (PL) foi citado como segunda opção de voto por 23% dos entrevistados, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu 15%.
Em comparação com a pesquisa anterior divulgada em 24 de setembro, Flávio Bolsonaro subiu de 17% para 23% como segunda escolha, enquanto a porcentagem de Lula permaneceu estável em 15%.
Outros candidatos apareceram nas seguintes proporções: Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD) com 10% cada; Renan Santos (Missão) com 6%; Romeu Zema (Novo) com 5%; Samara (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) com 4% cada; Clariana Barão (DC) com 2%; Wilson Grassi (Democrata), Edmilson Costa (PCB) e Leonardo Avalanche (PRTB) com 1% cada. Hertz Dias (PSTU) foi mencionado, mas não alcançou 1%.
Além disso, 9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não escolheriam nenhum candidato, e outros 9% declararam-se indecisos.
Quanto à convicção dos eleitores, 88% dos que pretendem votar em Lula dizem que não mudariam de escolha, e 87% dos que pretendem votar em Flávio Bolsonaro afirmam o mesmo. Entre os eleitores de Augusto Cury, 62% se consideram certos; entre os de Ronaldo Caiado, 55%; e entre os de Renan Santos, 61%.
No conjunto dos eleitores que já têm uma opção para o primeiro turno (excluindo os indecisos), 82% afirmam estar seguros sobre a escolha, enquanto 17% ainda podem mudar de ideia até o dia da votação. Na semana anterior, a taxa de convicção era de 80%.
Entre os que pretendem votar em branco ou nulo, 71% mantêm a certeza da decisão. Entre os eleitores que não se alinham nem ao petismo nem ao bolsonarismo, 37% ainda podem mudar o voto. A indecisão é mais alta entre jovens de 16 a 24 anos, com 32% ainda sem definição.
Na reta final da campanha, tanto Flávio Bolsonaro quanto Lula têm feito apelos ao voto útil. Flávio Bolsonaro tem solicitado que seus apoiadores considerem candidatos contrários a Lula no primeiro turno, enquanto Lula tem enfatizado que não é necessário “fazer o L” para votar nele, reforçando a confiança dos eleitores. Não é a primeira vez que Flávio Bolsonaro aparece como segunda opção nas pesquisas, conforme observado nas recentes coberturas sobre a intensificação de atos de campanha no Sudeste.
Com informacoes de G1 Política.

