Rogério Ceni critica arbitragem de Anderson Daronco após derrota do Bahia diante do Athletico-PR
Na noite de domingo, o Athletico-PR venceu o Bahia por 2 a 1 na Arena da Baixada, em confronto direto pela classificação ao G‑4 do Campeonato Brasileiro de 2026. O duelo integrou a 28ª rodada da competição.
Com o resultado, a sequência invicta de 11 partidas do Bahia na Série A chegou ao fim, representando a segunda maior série sem derrotas da história do clube.
O ponto de maior tensão foi o pênalti perdido por Everaldo nos acréscimos do segundo tempo, que gerou protestos de ambas as comissões técnicas. Enquanto o treinador do Athletico-PR, Odair Hellmann, foi expulso, o técnico do Bahia, Rogério Ceni, utilizou a coletiva pós‑jogo para criticar a atuação do árbitro Anderson Daronco.
Ceni alegou que a cobrança deveria ter sido repetida, pois jogadores do Athletico invadiram a área. “Daronco foi caseiraço, tentou ver tudo para não marcar o pênalti. Não teve coragem, não teve culhão para mandar repetir a cobrança”, afirmou o treinador.
O pênalti também foi tema quando Ceni foi questionado sobre a escolha de Everaldo para a cobrança, em substituição ao lateral‑esquerdo Luciano Juba, que havia convertido nas duas últimas rodadas. Ceni respondeu que a decisão era sua e classificou a pergunta como “oportunismo do caral**”.
Com a pausa da Data FIFA, o Bahia encerra a partida e se prepara para a próxima rodada contra o Palmeiras, marcada para 8 de outubro, no Nubank Parque, pela 29ª rodada.
Na coletiva, Ceni ressaltou que a equipe jogou com intensidade e que, embora o Athletico‑PR seja um adversário forte, o Bahia teve a oportunidade de virar o jogo. “Jogamos sempre no limite, mas nem sempre conseguimos a vitória. Os próximos desafios serão ainda maiores”, disse.
Sobre a marcação, Ceni explicou que o time adotou um esquema individualizado, mas reconheceu que poderia ter explorado melhor espaços livres. Comentou ainda que um lance que o bandeirinha considerou impedimento estava, em sua visão, dentro das regras.
O treinador apontou que a ausência de Kike pesa na pressão defensiva, dificultando a capacidade de pressionar como nas partidas anteriores.
Quanto aos substitutos, Ceni destacou que Ademir se cansou e foi substituído por Kauê, que não conseguiu criar vantagem no um‑contra‑um. Também mencionou que Lautaro, recém‑integrado ao elenco, ainda precisa aprimorar o condicionamento físico, e que Marco Moreno pode ter oportunidade em jogos seguidos.
Por fim, Ceni avaliou a necessidade de criatividade, citando Nestor como um jogador com grande capacidade de armação, Erick como segundo volante de apoio, e Everton como peça de distribuição de passes, ressaltando a busca por um atleta que eleva a qualidade da construção ofensiva.
Com informacoes de ge.

