Premiê do Japão relata conversa ‘oportuna’ sobre China com Trump em Nova Iorque
A primeira‑ministra do Japão, Takaichi, declarou que manteve uma conversa “oportuna” sobre a China com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Nova Iorque, logo após a reunião à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas.
Em entrevista coletiva, Takaichi afirmou que o Japão considera importante que as relações entre EUA e China contribuam para a estabilidade da comunidade internacional, inclusive do Japão, mas não revelou detalhes específicos do que foi discutido a respeito da China.
O Japão, juntamente com outros aliados americanos na Ásia, tem demonstrado preocupação quanto à possibilidade de Trump reduzir o apoio de Washington a Taiwan em troca de um acordo econômico com o presidente chinês Xi Jinping.
A reunião entre Takaichi e Trump foi vista como uma oportunidade para o Japão tentar influenciar o presidente norte‑americano antes de seu encontro com o líder chinês.
Fontes citadas anteriormente à Reuters indicam que Xi deverá pressionar Trump a interromper as vendas de armas a Taiwan quando ambos se encontrarem.
Pequim considera a ilha de Taiwan, governada democraticamente, parte de seu território e tem intensificado as atividades militares ao redor da ilha.
Devido à proximidade de Taiwan com o Japão, Takaichi irritou a China no ano passado ao afirmar que Tóquio poderia mobilizar suas forças de defesa caso uma ação militar contra Taiwan também ameaçasse o território japonês.
Em outro cenário corporativo, a Schneider Electric planeja uma oferta de 1,2 bilhão de euros pela Shelly Group; as empresas assinaram um acordo de investimento equivalente a 70 euros por ação.
Nos mercados financeiros, o dólar sobe e os juros futuros permanecem estáveis em meio a um clima de pessimismo global, com o possível encontro entre Trump e Xi no radar dos investidores. A escalada do preço do petróleo e a expectativa de juros mais altos nos EUA geram preocupação, enquanto no Brasil as declarações de Galípolo e o cenário eleitoral continuam em foco.
Os juros futuros aguardam ajustes, apesar da pressão externa, e o tom ameno dos negócios locais persiste mesmo diante de mais uma sessão de estresse na renda fixa global, especialmente no mercado de Treasuries americanos.
Nos Estados Unidos, os pedidos de seguro‑desemprego caíram para 197 mil na semana de 19 de setembro. Na semana anterior, de 12 de setembro, os pedidos subiram 2 mil, totalizando 1,719 milhão, enquanto a média móvel de quatro semanas recuou 13 mil, para 1,744 milhão.
Banco central de economias avançadas continuam elevando juros em resposta à reaceleração da inflação, conforme apontado pelo BC.
A autoridade monetária brasileira observa que a persistência das pressões inflacionárias e a resiliência da atividade após quatro choques globais de oferta têm levado a políticas monetárias mais restritivas em diferentes países.
Na justiça, o juiz federal Tim Kelly determinou que Trump restabeleça o acesso da CNN, MS NOW e Politico à Casa Branca, indicando que a proibição imposta aos veículos é provavelmente inconstitucional; a alegação de segurança nacional foi rejeitada.
O governo do Rio Grande do Sul e a Compass firmaram acordo para ampliar a oferta de gás natural com um terminal de GNL, projeto que tem potencial de gerar até R$ 1 bilhão em investimentos no estado.
O Banco Central ajustou a projeção de déficit em conta corrente para 2026, passando de US$ 56 bilhões para US$ 60 bilhões, principalmente devido à redução estimada do saldo da balança comercial de US$ 78 bilhões para US$ 75 bilhões.
Alexandre Kalil participou da série de sabatinas do Valor, O Globo e CBN com os candidatos ao governo de Minas Gerais; o governador Mateus Simões, candidato à reeleição, foi entrevistado na quarta‑feira, com os encontros transmitidos ao vivo.
O dólar à vista sobe, alinhando‑se ao fortalecimento global da moeda.
Com informacoes de Valor Econômico.

