Deputado Thiago Medina nega culpa da direita no incêndio da UFPE e destaca segurança pública como prioridade

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 09/10/2026 02:40
Deputado Thiago Medina nega culpa da direita no incêndio da UFPE e destaca segurança pública como prioridade

Foto: via CNN Brasil

O deputado federal eleito por Pernambuco pelo Partido Liberal (PL), Thiago Medina, comentou os resultados das urnas e reforçou a segurança pública como prioridade nas próximas ações legislativas.

Em entrevista, Medina afirmou que a esquerda está utilizando a estrutura das universidades e os diretórios acadêmicos para fazer campanha a favor de Lula, citando grupos como "estudantes com Lula" e "UFPE com Lula", e declarou que, se eles podem, a direita também pode agir.

O parlamentar rejeitou qualquer associação entre sua iniciativa de reunir estudantes de oposição e o incêndio ocorrido na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), cujo prejuízo foi estimado em R$ 100 milhões, conforme informou o reitor da instituição.

Segundo Medina, a proposta de união estudantil resultou em mais de cinco grupos, cada um com cerca de mil participantes, e ele descartou qualquer vínculo com o sinistro.

Ele ressaltou que, na mesma semana, já haviam sido registrados três incêndios na UFPE e que o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da universidade divulgou um vídeo atribuindo a causa a um ar‑condicionado antigo, eliminando a hipótese de origem criminosa.

Medina ainda acusou o presidente Lula de ter cortado o repasse de recursos financeiros para a universidade, citando postagens da própria UFPE que alegam falta de recursos por conta da ausência de repasses federais.

O deputado apontou que figuras como o deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL‑PE), a deputada estadual eleita Rosa Amorim (PT‑PE) e a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT‑PR) teriam divulgado informações que ele classificou como falsas sobre o caso.

Ele recebeu capturas de tela de estudantes admitindo que espalhavam deliberadamente informações incorretas com o objetivo de prejudicar a oposição durante o período eleitoral.

Medina acusou a esquerda de usar todas as ferramentas disponíveis para prejudicar a direita e Flávio Bolsonaro, afirmando que “eles estão desesperados”.

A equipe do deputado identificou pessoas que o acusaram como responsável pelo incêndio e ele pretende processar todos os envolvidos.

Com 23 anos, Thiago Medina cumpria mandato como vereador em Recife desde 2025 e foi eleito deputado federal por Pernambuco com mais de 88 mil votos, o que corresponde a 1,68 % dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral.

Ele enfatizou o fortalecimento do campo da direita no Congresso Nacional, declarando que “o Brasil cansou da esquerda e da falação ideológica que ninguém entende”.

Medina apontou que o eleitorado demonstrou insatisfação com as pautas econômicas, citando a alta carga tributária e a insegurança pública como fatores centrais do descontentamento popular.

Sobre as principais pautas legislativas, o deputado destacou a segurança pública como a questão mais urgente, descrevendo o país como “uma prisão a céu aberto” e afirmando que o crime organizado atua sem resistência efetiva por parte do governo federal.

Ele também mencionou a reforma tributária como outro ponto central de atuação, citando a oposição de entidades como a Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e a FecomércioSP, que já se manifestaram contra a proposta. Medina concluiu que as duas pautas principais serão segurança e a revisão da reforma tributária para que as empresas não sejam tão penalizadas.

Dados da PoderData/Aya indicam que Flávio Bolsonaro tem 53 % dos votos válidos no segundo turno, enquanto Lula possui 47 %.

Em tempo real, 77 % dos eleitores de Renan já definiram seu voto no segundo turno.

O escritor Augusto Cury decidiu apoiar Flávio Bolsonaro no segundo turno.

O ministro Moraes determinou o início da pena de Eduardo e ordenou o cancelamento de passaportes.

Leila do Vôlei pediu licença médica do Senado e informou que não retornará ao mandato.

Mendonça atendeu à solicitação do ministro Fachin e retirou o sigilo do caso Master.

Mario Frias foi identificado como alvo da operação da Polícia Federal sobre a Dark Horse.

Entenda a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e as possíveis consequências a partir de agora, segundo a cobertura da CNN Brasil.

Com informacoes de CNN Brasil.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

Cobre o que o Brasil está buscando agora: famosos, esporte, tech, games e virais.