Cláudio Diaz, vice de Marcelo Maranata, defende responsabilidade fiscal e critica a “vaidade” de Eduardo Leite
Na terça‑feira, 29 de setembro de 2026, o programa Gaúcha+ da Rádio Gaúcha recebeu Cláudio Diaz, candidato a vice‑governador pelo PSDB ao lado de Marcelo Maranata, em segunda fase da série de sabatinas com os candidatos ao governo do Rio Grande do Sul.
Diaz, ex‑deputado federal de 73 anos, explicou que seu papel, caso a chapa seja eleita, será apoiar o governador Marcelo Maranata e atuar “à disposição para o que der e vier”, reforçando a necessidade de “absoluta responsabilidade fiscal, econômica e administrativa” para colocar o Estado nos seus eixos.
O candidato ressaltou que o Rio Grande do Sul apresenta um déficit de R$ 4,8 bilhões, resultado de tragédias ambientais, repasses de recursos pelos governos de Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, além da venda de ativos estaduais, caracterizando um Estado “doente” que exige “intensa atividade administrativa” do próximo governador.
Diaz afirmou que foi convidado a “reconstruir o PSDB no RS” após a saída do governador Eduardo Leite e de seus aliados para o PSD, movimento que inicialmente visava uma candidatura à Presidência, mas que “não se confirmou”.
Em relação à orientação ideológica do partido, o entrevistado destacou a experiência de governos anteriores, citando o “déficit zero” da gestão de Yeda Crusius (governadora de 2007 a 2010) e do secretário da Fazenda Aod Cunha, e criticou a condução de privatizações durante o mandato de Leite, acusando “vaidade” na condução desses processos.
“Tenho imenso respeito pelo governador Eduardo Leite, mas o Estado precisa de um governo que siga a linha de responsabilidade que marcou a última gestão que tratei com a devida seriedade”, declarou Diaz, acrescentando que sua lealdade ao governo de Yeda Crusius permanece intacta.
Na mesma edição, a Rádio Gaúcha também entrevistou Edegar Pretto, candidato a vice‑governador ao lado de Juliana Brizola, que defendeu a adoção de um novo modelo de concessões de rodovias, enfatizando a necessidade de modernização e eficiência na infraestrutura estadual.
Com informacoes de GZH.

