Análise: Decisão de Flávio, atribuída à ‘censura’, só aconteceu depois da imposição de Renan no debate
O cenário político atual tem sido marcado por intensas disputas nas urnas de 2026, com candidatos de diferentes estados realizando votações presenciais e apresentando estratégias de campanha.
Em Minas Gerais, os candidatos ao governo Kalil e Roscoe compareceram à votação matinal em Belo Horizonte, reforçando a presença nas capitais.
Renan Santos, líder do bolsonarismo, declarou que a chamada “estratégia de voto útil” em torno de Flávio Bolsonaro seria uma “mentira”, contestando a narrativa de censura apresentada pelo senador.
Durante a campanha presidencial, Flávio Bolsonaro participou de um ato em São Paulo ao lado de seu principal aliado, o deputado federal Kim Kataguiri, do Movimento Missão, que busca a reeleição.
Informações sobre o processo eleitoral incluem a diferença entre voto nulo e voto em branco, ambos desconsiderados na contagem final para a escolha de um candidato.
Nos Estados Unidos, o ex‑presidente Donald Trump nomeou um chefe de inteligência como “czar” da inteligência artificial, liderando uma força‑tarefa dedicada ao tema.
Em Recife, João Campos votou e afirmou que sua campanha tem apresentado crescimento contínuo.
No Morumbi, o governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio, registrou seu voto e manifestou otimismo quanto à vitória no primeiro turno, ressaltando que evitou confrontos e provocações ao longo da campanha e espera “boa resposta” do Estado a Flávio Bolsonaro.
Brasileiros votaram em 134 países; nos Estados Unidos, a maioria dos eleitores no exterior são mulheres (57 %), solteiros (52 %) e com ensino superior completo (38 %).
O Tribunal Superior Eleitoral informou que até as 10h foram substituídas 421 urnas, com São Paulo liderando as trocas (86 urnas), seguido por Paraná (60) e Pernambuco (51).
O horário de votação para o dia foi divulgado, permitindo que eleitores presentes na fila ao fechar a votação ainda possam registrar seu voto.
O Ministério Público Eleitoral solicitou ao Facebook a remoção de conteúdo falso circulando no WhatsApp, relacionado a um vídeo desinformativo que já existia desde a eleição de 2018 e que compromete a estabilidade e credibilidade do processo eleitoral.
Com informacoes de Valor Econômico.

